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Viagens mais baratas

2 comentários
Viagens mais baratas

As viagens baratas ou mais conhecidas por “low cost” estão, cada vez mais, a ganhar terreno em Portugal.

Já pode partir do Porto, Lisboa ou Faro, para várias cidades europeias a um custo reduzido. Para isso basta estar atento e ser um verdadeiro “Web-maníaco”. Estar em cima da rede, ter um cartão de crédito e endereço electrónico, e marcar a viagem com a antecedência mínima de 14 dias.

Quanto mais cedo for a compra, mais barata fica. No entanto, não se esqueça das viagens “last minute”. E não se esqueça também que estas são um risco…

Caso não consiga viajar por algum motivo, saiba que o dinheiro de uma “low cost” não lhe é devolvido. Contudo pense positivo: não está a perder assim tanto…

Seguros?

“Quando a esmola é grande o santo desconfia” já dizia a sua avó! Traduzindo, pelo facto de ser tão barata a viagem, será que é segura?

As companhias aéreas de baixo custo obedecem exactamente às mesmas regras de segurança das companhias tradicionais. Atenção que só estamos a falar de segurança, por que de conforto…

As diferenças são notórias. Começando pelo bilhete. Este não é emitido, nem tem direito a lugar marcado. O seu nome é riscado numa lista, aquando do “check-in”.

O limite da bagagem é de 15 a 20 quilos, e cada quilo extra é pago (aqui não se fecha os olhos), custando dez euros.

Em relação ao atendimento dentro do avião, esqueça o suminho, o jornal e a refeição de bordo! Aqui pode ter tudo isso, mas a pagar!

Não existe lugar de executivo, o que proporciona um aumento no número de passageiros. Outro corte, são a inexistência de cortinas nas janelas e os protectores nos encostos dos bancos. Os bancos reclináveis são cada vez mais raros.

Claro que isto tudo somado, o tempo poupado, a inexistência de determinados objectos e a inexistência de manutenção em determinados aparelhos, faz com que haja uma redução significativa de gastos!

O que lucram?

Estas companhias trabalham com o Boeing 737, de consumo económico, forte e de baixo custo de manutenção. Assim permite às companhias pouparem também na formação de pilotos e restante tripulação.

O facto de usarem os aeroportos periféricos, uma vez que são mais baratos, e não os principais, poupam nas taxas de aluguer da pista.

A desvantagem para o passageiro é ter que arranjar um meio para se deslocar até ao local pretendido, pois muitas vezes acontece, estes aeroportos serem a 100 quilómetros de distância da cidade em questão. Por exemplo, o aeroporto de Stansted fica a hora e meia de Londres. Um “minicab” custa cerca de 80 euros do aeroporto à cidade.

Tendo este caso como exemplo, é importante fazer primeiro as contas e informar-se adequadamente, para saber se, de facto, vale a pena viajar pelas companhias de “low cost”.

Poderá viajar através da www.airberlim.com, www.bmibaby.com, www.easyjet.com, www.gexx.de, www.monarch-airlines.com, www.mytravellite.com, www.norwegian.no, www.ryanair.com, www.virgin-express.com, http://www.vueling.com, http://www.klm.com, http://www.flyaerlingus.com.

Aperte o cinto e… espere que o avião levante voo…

2 comentários »

  • joão said:

    Estas viagens podem ser muito boas mas estar no aeroporto parece uma coisa de terceiro mundo com toda a gente ao molho e aos berros… lá se vai o glamour :-(

  • MarianaC said:

    Podes crer. Eu adorei o anuncio da TAP que dizia “Connosco não tem de trazer o farnel” LOL

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